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Tres desfiles musicales cierran mañana el festival VivAmérica

 

Tres desfiles musicales cierran mañana el festival VivAmérica

 

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Madrid, 11 oct (EFE).- Tres marchas de carrozas inundarán mañana de música las calles de Madrid, Tenerife y Bogotá, con actuaciones de artistas y grupos como Daniella Mercury, Orishas, Rosario o Antonio Carmona, para poner fin a la segunda edición del festival VivAmérica.
En Madrid, única ciudad en la que se celebró este festival el año pasado en su primera edición, "La Marcha" se iniciará a las cinco de la tarde en la plaza de Carlos V y finalizará a las 21.30 horas en la Plaza de la Independencia.


Seis grandes carrozas servirán de escenario para los conciertos ambulantes que ofrecerán en ellas la brasileña Daniella Mercury, los cubanos Orishas, los dominicanos Hermanos Rosario, el panameño Eddy McLean y los españoles La Pulquería y Son 21.


Los organizadores de "La Marcha" esperan superar este año el medio millón de participantes que tuvo el año pasado esta fiesta en Madrid, aunque en las previsiones meteorológicas aparecen amenazas de lluvia.


El festival VivaAmérica, que se inició el pasado día 6 con el objetivo de unir lazos entre España e Iberoamérica en distintas disciplinas, se ha extendido en su segunda edición a Tenerife y Bogotá, donde también celebrarán mañana "La marcha" como fiesta de despedida.
En "La marcha" de Tenerife, que se iniciará a las 16 horas en la Avenida Francisco La Roche y terminará en la Plaza de Europa, dos grandes carrozas serán el escenario para actuaciones como las del cantante Anissa Gathers, que interpreta a Celia Cruz en el musical sobre la reina de la salsa.


También desfilarán en estas carrozas, entre otros, las formaciones ecuatorianas Allpa Sisa, Ñanda Mañachi y Perlas Negras y las bolivianas Fraternidad Morenada Reyes Achacáis y KullawadaBogotá

 

 

RADIO ENTREVISTA :

http://www.cadenaser.com/a-vivir-que-son-dos-dias/ [seccion: "EL TEMAZO"] - este programa, A Vivir que Son Dos Dias, con Monserrat Domigues es muy respetado y lider de radiofona en toda espana los sabados + domingos de 9-12:00. Las biografias de Monserrat + los dos mas invitados estan anexadas [ daniela fue escojida para representar la diciplina de musica en VivAmerica , Daniel Samper: Literatura + Jorge Perugorria: cine]


TELEVISION:



Television Espanola, RTVE - Programa "Foro Casa de America" [se emite en toda Latinoamerica a traves del Canal Internacional + Canal 24 Horas.
Duracion de media hora y normalmente el contenido es una entrevista, o dos, a personajes latinoamericanos que por algun motivo han pasado por Casa America (politicos, periodistas, escritores, artistas...)
Una entrevista de unos 12 minutos de duracion acompanados de imagenes de la marcha en la que participa y video clip de Bale Mulato

 

 




Obama’s best veep choice: Here’s a hint: She’s notHillary! Plus: Talk radio’s paranoid delusions andBrasilian diva Madonna could aspire to



No front cultural,eu estive no Brasil há duas semanas para minha primeira visita à bela e histórica cidade de Salvador, capital da Bahia, que eu adorei. (Nem me façam falar da comida fabulosa, com suas raízes africanas e ameríndias). Eu dei uma palestra pública no Teatro Castro Alves na série “Fronteiras do Pensamento”, patrocinada pela Copesul Braskem: “Variedades do erótico na arte do século XX”.


Depois, na coxia, enquanto minha mente ainda estava acesa com as 61 imagens que eu tinha mostrado (de Gustav Klimt e Pablo Picasso a Cindy Sherman e Robert Mapplethorpe), um assessor de imprensa chegou com um presente de uma das residentes mais famosas de Salvador, a superstar brasileira Daniela Mercury – cinco dos seus DVDs amarrados com uma fitinha vermelha. Sobrecarga sensorial! Com os preciosos DVDs cuidadosamente embalados em minha bagagem de mão, eu voltei para os Estados Unidos em um tapete mágico de devaneio Mercurial. Não estou brincando: aqui está a foto da capa de “Clássica” tratada magneticamente.


Desde o meu retorno, tenho vasculhado a web para pesquisar o fenômeno Mercury (seu nome verdadeiro: o nome de solteira de sua mãe era Mercuri). Eu dei uma olhada no YouTube que tem um estoque abundante com seus vídeos, entrevistas para TV e encontros sinceros de fãs. Daniela, agora com 42 anos, já foi chamada de Madonna do Brasil, mas seu trabalho como cantora e dançarina é muito mais abrangente e mais eclético do que o de Madonna. Sua estética folclórica se formou na colossal festa de carnaval de Salvador, na qual a cidade inteira se volta para cantar e dançar ao redor de caminhões altamente amplificados (trios elétricos). Uma apresentação típica nas plataformas elevadas pode durar sete horas seguidas. (Aqui está Daniela com uma fantasia completa de carnaval charmosamente emocionada na passarela antes de cantar “Swing da Cor” para a multidão abaixo).


Embora sua carreira profissional tenha começado em casas noturnas, Daniela chegou ao estrelato na década de 90 como “Rainha do Axé”, uma fusão pop afro-brasileira originária de Salvador, denominada às vezes de samba-reggae. Seu amplo repertório varia da música romântica ao rap português. Em tudo isso, corre sua sintonia com a emoção profunda e também seu fascínio pelos ritmos infinitamente complexos da Bahia africanizada. Seu lema declarado é alegria, que ela chama de essência da vida e que ela transmite visivelmente para seu caudaloso mar de fãs.

 

Ao ver Daniela Mercury em ação, eu me dei conta de como eu fiquei entediada e desiludida com o entretenimento popular americano nos últimos 15 anos, quando Madonna se mercantilizou e perdeu sua pegada no zeitgeist. Toda essa vitalidade apaixonada, improvisacional, ao ar livre vinha acontecendo no Brasil enquanto os fãs da música americana ficavam presos como novilhos dopados no curral comercial de shows de estádio, caríssimos e superlotados, nos quais os artistas exibem letras enlatadas entre efeitos especiais computadorizados de luz. Músicos “alternativos” de baixo orçamento são igualmente programáticos, com suas banalidades políticas ou suas afetações datadas de ironia urbana.


Eu recomendo de coração o DVD de Daniela Mercury “Eletrodoméstico” a todos os jovens artistas aspirantes ou a qualquer um que anseie ver as artes performáticas em plena magnitude. (Essa imagem enfeitiçante da capa dá um sabor da estonteante variedade de rodopios, das roupas de couro recortadas, jóias intrincadas e extravagantes braçadeiras gaúchas). “Eletrodoméstico” é uma maratona, uma performance altamente inflamável de 2003 para a MTV Brasileira na qual Daniela canta e dança incansavelmente ao longo de 25 músicas. (Aqui ela está interpretando e fazendo rap na sensacional música-título em um festival de jazz em Montreal). Há também vários duetos animados de música e dança com artistas convidados. Não se pode imaginar Madonna dividindo o palco graciosamente com ninguém (como Judy Garlandfez com a jovem Barbra Streisand, por exemplo, quando o formato de show de variedades ainda florescia nos Estados Unidos).


Do mesmo modo, não se pode imaginar Daniela, com sua linguagem corporal fluida e relaxada e silhueta dourada de pele lisa, cultivando braços grotescamente fortes e pálidos e mãos que se parecem com garras, que têm de ser minuciosamente apagadas das fotos de revista da Madonna workaholic. A feminilidade anglo-americana estressada, antenada e superconceituada, atualmente exposta no filme de sucesso “Sex andthe City”, está causando dispepsia cultural. Seria surpreendente que tantos homens jovens interessantes e talentosos estejam relutantes em se casar ou tenham se tornado gays aos rebanhos? O que exatamente as jovens mulheres profissionais têm a oferecer nesses dias, além de um papo de trabalho animado em um almoço de negócios?


Reconectar-se com a natureza seria obviamente mais fácil na viçosa Bahia tropical do que na rede de concreto de Manhattan. Mas é aí que entra a arte – o meio da imaginação expandida, que dissolve o tempo e o espaço. Círculo completo do feminismo: sexismo, onde existe, é uma barreira política que deve ser removida. Mas a vida é um princípio orgânico e um horizonte cósmico, mais vasto e mais eterno do que a política.

 


Encontro exclusivo com Daniela Mercury

Fonte: mp3giralatina.blogspot.com - 07/04/2008

 

La cita era a las 14, en un condominio al norte de Salvador... Temiendo llegar tarde, todo el equipo comió a bordo de la camioneta unos riquísimos sandwichs preparados por Coti. A las 13:50 tocamos el timbre de una muy bonita casa. Nos atendió la secretaria de Daniela, que nos hizo una visita guiada para que eligieramos los lugares posibles de la entrevista. Entre un fondo con pileta (pero que estaba a contraluz), un living blanco gigante y un balcón terraza increíble, nos quedamos con este último...

Así que nos acomodamos, Bahiano repasó una vez más el listado de preguntas, tomamos buenas dosis de agua y refrescos que nos ofrecieron... Y a los pocos minutos apareció ella.

La Mercury es un verdadero huracán. Habló, cantó, bailó, batió palmas para demostrar ritmos... Fue una nota brillante, donde demostró que es mucho más que una mujer que canta bien... Sabe de historia de la música bahiana, admira a Piazzolla, ama la bossa nova...

Cuando todo terminó, le rogó a Bahiano que le cantara una canción de "Nómade". Nuestro conductor aceptó, y acompañado en guitarra por Andrés -nuestro director- le mostró "Tarde Gris", el corte que ya está sonando en las radios de Buenos Aires. Daniela quedó encantada, y le pidió que la ayudara a traducir unas canciones al castellano y a arreglar unas músicas nuevas... Una química total, entre dos músicos que se entendieron desde el primer minuto.

Toda la entrevista, y el back de Bahiano y Daniela Mercury trabajando juntos lo podrán ver en Mp3, cuando pongamos al aire los capítulos dedicados a Bahía...
Saludos!

Publicado por Mp3GiraLatina en 0 comentarios  Fonte: http://www.mp3giralatina.blogspot.com/  

A Dona do Axé

Fonte: Jornal O Popular - Goiânia - 26/01/2008

 
 

Y el Diana se volvió Carnaval

Fonte: buscajalisco.com - 11/11/2007

 


Y el Diana se volvió Carnaval

Daniela Mercury se presentó en Guadalajara

 

 

por: Roberto Carlos Contreras

 

Tremendo carnaval se montó la noche del sábado en el teatro Diana, con la presentación de la brasileña Daniela Mercury, ganadora del Grammy Latino, quien por casi dos horas mantuvo al público de pie y bailando al ritmo de la samba.


Minutos después de las 21:00 horas, hombres y mujeres de todas las edades fueron llenando el recinto para apreciar un colorido escenario revestido al más puro estilo del Brasil, cubierto por un telón transparente. Los espectadores no tuvieron que esperar mucho, pues las percusiones comenzaron a sonar y fue entonces que la carnavalezca ysensual figura se apareció por el escenario del Diana, ataviada con un vestido brillante y lista para moverse.


“Son los colores de nuestra influencia barroca, de nuestro carnaval, lo que nuestra gente se pinta las caras, las calles, los vestidos”, explicó la cantante. Su vitalidad se transmitió rápidamente a los presentes, y no pasaba la tercera melodía cuando la parte baja del recinto se convirtió en una pista de baile para la multitud entre jóvenes, adultos, mujeres con niños en brazos, incluso un par de mujeres embarazadas con el rostro pintado se unió al baile, y a decir verdad el gentío no resultó agradable para todos, pues hubo más de uno que prefirió retirarse del lugar.


A decir de la música que presentó la artista, fue por demás interesante. En sus más de 20 años de trayectoria ha consolidado una mezcla de reggae, samba, rock y bossanova que no pierde la esencia del carnaval. A pesar de que Mercury no es muy conocida en México, su concierto fue bien recibido, y no hay que dejar pasar la asistencia de la comunidad brasileña que, agitando su bandera al pie del escenario, no paró de bailar y corear los temas de la artista quien por cierto es también una activista por parte de UNICEF.


Durante la noche no existieron barreras culturales, y se dieron temas conocidos como “Como vai vocé”, de Roberto Carlos, que interpretó en su idioma y en español. Todo esto mezclado con un buen espectáculo para el que contó con un equipo de bailarines que lo mismo hacían de músicos que de acróbatas, implementando un show de percusiones montados en sus vestidos, y luego tocando cacerolas al tiempo que hacían acrobacias mientras el público continuaba bailando.


El año pasado, Mercury fue invitada al festival Viva Brazil, realizado en París, donde compartió escenario con figuras representativas de la música brasileña como Gilberto Gil, Gal Costa, Jorge Benjor, Seu Jorge y Lenine. Recientemente, tuvo una participación memorable en la ceremonia de clausura de los Juegos Panamericanos en Río de Janeiro.


Su última producción discográfica, Balé Mulato Ao Vivo, la hizo merecedora del Grammy Latino, en la categoría “Mejor álbum de música regional brasileña”.


Proveniente de una familia de clase media, Daniela Mercury comenzó a interesarse por el arte desde temprana edad. A los ocho años se interesó por la danza y a los dieciséis descubrió su gusto por el canto. Su voz le ha llevado a presentarse en diversos foros de Europa y América Latina, en donde sus discos han vendido más de 280 mil copias.

 

 


 



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