Carreira / Discos |
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| Hoje, Daniela possui mais de 10 milhões de discos vendidos em todo o mundo. É também a única artista brasileira convidada para a gravação do DVD de aniversário de 20 anos do Cirque de Soleil e parte da comemoração dos 25 anos do Festival de Jazz de Montreal. A cantora também foi convidada especial do último DVD do espanhol Alejandro Sanz, En Concierto: Gira No Es Lo Mismo 2004, com quem fez um duo em plena Praça Del Toros, em Madri, Espanha. Já cantou com os grandes nomes da música brasileira como Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, além do ex-beatle Paul McCartney (em Oslo, na Noruega, durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz) e o legendário Ray Charles. A vitalidade artística da obra de Daniela Mercury pode ser comprovada pelo fato de todos os álbuns da cantora ter apresentado hits nacionais e por ter tido suas canções compondo trilhas de novelas brasileiras anualmente. | |
| CD Canibália (2009 / Sony Music) - parte de um grande projeto homônimo, o CD Canibália chegou ao mercado brasileiro com cinco capas e cinco diferentes sequências musicais. Produzido por Daniela Mercury, Ramiro Musotto, Alfredo Moura, Mikael Mutti e Gabriel Povoas, o trabalho tem o conceito de antropofagia associado ao seu título. E a promessa de experimentar, mastigar e deglutir percorre as quatorze faixas do CD, não importa qual das ordens o ouvinte escolha para comprar. Do afro ao romântico. Do pop a MPB. Do clássico ao inédito. São cinco discos, cinco trilhas, cinco imagens de Daniela para dar conta de uma síntese da cantora que é conhecida como rainha, mas que no dia a dia, ao invés de reinar, prefere guerrear e inovar. |
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O CD/DVD O Canto da Cidade – 15 anos (2008/Sony/BMG) é uma edição comemorativa para pontuar os 15 anos de história e sucesso de Daniela Mercury no Brasil e no mundo, a partir da canção O Canto da Cidade. O DVD traz o especial da Rede Globo com a gravação do show de Daniela Mercury realizado na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, em 1992. Já o CD é o original “O Canto da Cidade”, todo remasterizado, com qualidade digital. O CD/DVD "O Canto da Cidade" mostra, desde o início da carreira, o ecletismo musical, a valorização e influência afro na música de Daniela Mercury. Com uma hora de duração, o DVD ainda conta com depoimentos do jornalista e produtor musical Nelson Motta; do diretor geral do especial, Roberto Talma; do produtor do show, Manoel Poladian; e da própria Daniela Mercury, que fala daquele momento especial de sua carreira, além de contar histórias dos bastidores da gravação do especial. |
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O CD/DVD Balé Mulato Ao Vivo (2006/EMI) é o registro do show gravado ao vivo, em Salvador, no Farol da Barra, em Setembro de 2006. Com direção musical e artística de Daniela Mercury, o show celebra a dança, a negritude, o samba-reggae e a miscigenação que regem o Brasil e, em especial, a música afro-baiana. Gerado com base no homônimo CD de estúdio editado em fins de 2005, com ótima repercussão entre público e crítica, o conceito musical do show Balé Mulato, em que a cultura popular é a grande inspiração,é traduzido com requinte no visual do palco, nos figurinos e nas coreografias dos bailarinos. O show contou com as participações de Márcio Mello, Banda Didá, Gil e Mariene de Castro. O CD Balé Mulato Ao Vivo foi premiado com o Grammy Latino 2007, na categoria Melhor álbum de Música Regional ou Raízes Brasileiras. |
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Baile Barroco (2006/EMI) é o primeiro DVD ao vivo de Daniela, gravado, exclusivamente, num trio elétrico, durante o carnaval de Salvador de 2005. O repertório é uma homenagem aos 20 anos de axé music e conta com participações de Luis Caldas, Fernanda Porto, Banda Kaleidoscópio e Ramiro Musotto. Um grande momento registrado no DVD e que marcou a história da diversidade do carnaval baiano foi quando Daniela Mercury abriu seu desfile no trio independente com um piano de cauda instalado no seu grande palco. Acompanhada por Ricardo Castro ao piano, Daniela cantou, em pleno carnaval, Aquarela do Brasil - Ary Barroso, Bachianas n.5 - de Villa Lobos, e um trecho da obra de Bach, numa performance que encantou os milhares de foliões presentes no circuito Barra-Ondina e mostrou a inovação e ousadia da cantora. Este DVD foi indicado ao Grammy Latino, na categoria geral, como Melhor Vídeo Musical Versão Longa. |
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No mesmo ano, Daniela lança o CD Balé Mulato (EMI). Percussivo, vibrante e contemporâneo, o trabalho mistura samba-reggae, rock, frevo, galope eletrônico e canções românticas. O disco foi produzido por Ramiro Musotto, Alê Siqueira e pela própria cantora. Com esse trabalho, Daniela foi indicada em duas categorias do 4º Prêmio Tim de Música e venceu as duas: Melhor Cantora Regional e Melhor Cantora Voto Popular. |
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| O CD/DVD Clássica (2005/Som Livre) é fruto de uma apresentação da cantora na Casa de Espetáculos - Bourbon Street, em São Paulo, em 2004. No repertório, grandes sucessos da MPB, bossa nova e jazz. Esse trabalho marca uma nova fase da cantora que opta por sua independência frente às indústrias fonográficas. A partir deste trabalho, em 2005, Daniela passa a negociar obra a obra com as gravadoras. | ![]() |
| Em Carnaval Eletrônico (2004/BMG), Daniela convidou alguns dos DJs e produtores de música eletrônica mais importantes do Brasil, além de Gilberto Gil, Carlinhos Brown e Lenine, para participarem de um disco comemorativo dos cinco anos da criação do seu TrioTechno, o primeiro trio elétrico de música eletrônica que desfila no Carnaval da Bahia. No álbum, a cantora realizou a fusão de várias expressões da música eletrônica como Drum'n Bass, House, Techno, Lounge, Dub com ritmos brasileiros, criando faixas originais. Este disco foi indicado ao Grammy Latino de melhor álbum pop do ano e Daniela , como melhor cantora pop/rock do prêmio Tim de Música. O CD foi escolhido pelos internautas como melhor disco do ano, no site da Revista Isto É, um dos mais importantes semanários do Brasil. | ![]() |
| Eletrodoméstico - MTV Ao Vivo (2003/BMG) é um registro do show da cantora realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador. O CD/DVD é considerado um dos marcos na carreira de Daniela. O show contou com participações da portuguesa Dulce Pontes, da espanhola Rosário Flores, do rapper italiano Lorenzo Jovanotti, do baiano Carlinhos Brown, além dos grupos Olodum, Ilê Aiyê e Hip Hop Roots. Definitivamente, um show multicultural. | ![]() |
| Sou de Qualquer Lugar (2001/BMG) traz grandes compositores como Lenine, Gilberto Gil e Carlinhos Brown, além de uma releitura de Mutante, de Rita Lee e uma eletrizante interpretação de Praieira, de Chico Science. O samba-reggae eletrônico é a marca forte deste álbum que, desde as fotos do encarte às composições, revela o lado mais íntimo e feminino da cantora e compositora Daniela Mercury. | ![]() |
| Sol da Liberdade (2000/BMG) reafirma a paixão de Daniela pelo samba-reggae fazendo do Ilê Pérola Negra uma das suas mais belas interpretações. O novo desafio da artista surpreendeu o público e a crítica que considerou Sol da Liberdade o seu melhor disco. Ao lado de Suba (grande nome dentro do cenário da música eletrônica), Daniela misturou as batidas dos tambores do samba-reggae com sonoridades da música eletrônica (Rap, Funk, Lounge, House), numa união tão inusitada, quanto harmoniosa. | ![]() |
| Com Elétrica (1998/Sony), ela finalmente lança o primeiro disco gravado ao vivo. Atendendo a um insistente desejo dos fãs, registrou o clima eletrizante dos shows. Neste trabalho, a artista mistura a guitarra baiana típica dos trios elétricos do Carnaval com a guitarra elétrica do rock. Com um repertório que contém além dos sucessos de todos os seus álbuns solo, a exemplo de Swing da Cor, O Canto da Cidade, Música de Rua, Rapunzel, Nobre Vagabundo, entre outras canções que marcaram o Brasil, a artista gravou músicas que cantava nos shows e que nunca havia registrado em disco, além de cinco novas composições, quatro delas de autoria de Daniela, sozinha ou com parceiros. | ![]() |
| Dois anos depois, com Feijão com Arroz (1996/Sony), Daniela continuou aclamada pelo público, conquistando definitivamente a crítica que, sob o impacto do sucesso popular, reconheceu a consistência musical da artista. Este álbum é um passeio pelas mais diversas facetas do samba, homenageando as raízes musicais e étnicas brasileiras, com arranjos que mostram a modernidade pop das variações do nosso ritmo mais tradicional. Este trabalho é um grande marco na carreira da artista, principalmente para o mercado internacional. | ![]() |
| O álbum seguinte, Música de Rua (1994/Sony), provou que a cantora não era um fenômeno passageiro: aumentaram as suas turnês pelo Brasil e pelo exterior. Esse trabalho ratificou sua versatilidade como compositora e arranjadora. Sobre a possibilidade de a língua ser uma barreira para sua música, Daniela responde: "Talvez eu seja a artista brasileira que tem menos dificuldade para expressar o trabalho, internacionalmente. Meu público pode não entender minhas letras quando eu canto, mas certamente percebem a alegria e a energia da música e cantam com ela". | ![]() |
O próximo álbum, O Canto da Cidade (1992/Sony), surgiu no momento em que o Brasil se encantava com a descoberta de uma nova estrela. Com a música que deu nome ao disco, a artista chegou ao primeiro lugar nas paradas de todo o país, onde permaneceu por vários meses. O álbum bateu todos os recordes de venda, fazendo de Daniela a primeira artista a receber o disco de diamante por um milhão de cópias vendidas. Especial na Rede Globo, apresentações pela Europa e Estados Unidos, capas de revistas, centenas de entrevistas para todos os meios de comunicação. O sucesso de O Canto da Cidade impressiona. A coroação do trabalho foi quando os shows pelo Brasil registraram recordes de público: ao todo, mais de dois milhões de espectadores. Até hoje, depois de tantos anos de lançamento, a vendagem continua expressiva, ultrapassando os três milhões de cópias vendidas no Brasil e no exterior. |
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O primeiro disco solo (1991), lançado pela gravadora independente Eldorado, deu início a um fenômeno que logo mais iria conquistar todo o Brasil. A música Swing da Cor tornou-se o maior sucesso das rádios baianas e mais tarde de todo o Nordeste. Sua interpretação, hoje antológica, do samba-reggae - gênero originado dos blocos afro do carnaval da Bahia, com influência direta dos tambores típicos das cerimônias religiosas do candomblé - provocou ressonâncias no Sudeste e Sul do país. O primeiro show de Daniela Mercury (1992) em São Paulo, em pleno meio-dia no pátio do Museu de Arte (MASP), atraiu mais de 20 mil pessoas que se espalharam pela avenida interrompendo o trânsito e provocando um grande engarrafamento. |
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| Em 1989, Daniela Mercury formou o grupo pop Companhia Clic, onde gravou o dois primeiros álbuns (1989/1990). As canções: Pega que Oh! e Ilha das Bananas tornaram-se grandes hits no final da década de 80. Nesse trabalho, surgem as primeiras influências de sonoridades eletrônicas na obra da artista, uma tendência vanguardista para a época. | ![]() |


















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